segunda-feira, 1 de março de 2010

Pouco tempo, muitas mudanças

Grandes novidades e algumas promessas:

A festinha de aniversário da Lara foi um sucesso, ela curtiu muuuito e eu quase derreti de tanta alegria ao ver a carinha dela! Prometo, em breve, um post com a lista dos profissionais e serviços que contratei – todos foram impecáveis e merecem ser citados para quem interessar possa.

Como nada é perfeito, dias depois a Lara me deu a maior preocupação da sua vida com relação à saúde: teve uma sinusite horrível que nos custou noites em claro, muita peninha e um trabalho danado, além de tristeza e aflição (mãe de primeira viagem, sabe como é)... Afinal, teve que “entrar no antibiótico” e - ufaaa! - já está boa.

E por falar em “primeira vez na vida”, dia 22/02 foi o primeiro dia de aula da Lara. Estamos em pleno processo de adaptação, e aqui vai mais uma promessa de post falando só sobre isso. No momento, estou “alugada” com as idas diárias à escola (eu fico lá esperando e esperando...) e, no tempo que me sobra, tenho tanta coisa acumulada que mal respiro.

Ah, sim, aqui vai um respiro: este artigo que me foi encomendado pelo portal Personare, por ocasião do “mês da mulher”, e fala exatamente sobre a capacidade que temos de nos dividir em muitas...

Até breve!

sábado, 9 de janeiro de 2010

Aniversário - contagem regressiva

Lara vai fazer três anos, e esta sou eu: adoro pensar em tudo com muuuuita antecedência, assim tenho bastante tempo para deixar tudo para a última hora.
De modo que falta só um mês, e decidimos agora fazer uma festinha. Vai ser divertido, mas ainda não sei exatamente como. Na verdade, não tenho a mínima ideia.

Quando vejo festas de crianças com tudo lindo e colorido, os docinhos impecáveis, os balões (aqui no Rio dizem "bola") espalhados e a alegria rolando solta, sempre imagino que uma fada veio durante a noite e armou aquilo tudo com um "plim!". Para ser mais sincera, tenho esse mesmo sentimento quando vejo uma sala bem decorada. Não consigo imaginar como se dá esse processo, a construção da narrativa, o passo-a-passo daquela bodega. Só sei que, quando pronto, parece uma música feita só de refrão.

O mesmo se aplica aos embrulhos de presente, às árvores de Natal e, é claro, algumas embalagens de bombom.

Ah, sim: as revistas. Já fiz um apanhado do que rola por aí sobre o assunto festinhas infantis, e encontrei belas dicas e sugestões. O problema é que alguns pormenores parecem se tratar de ficção, e a revista apenas indica, mas não aplica! Não exemplifica! "Não implica!!" -, vocês dirão. "Você está histérica. Não pode ser assim tão difícil."

Tá. Então vamos combinar que haverá doces, um bolo, e a alegria da minha filha e seus amiguinhos fofos. Ah, sim: cadeiras para nós, que já passamos dos 30. Do resto eu não sei, vou deixar para a última hora.

OBS: Sério, se alguma mãe bondosa aí tiver sugestão de fornecedor (é assim que chamam) do que quer que seja necessário, mas que seja bom, bonito e barato, por favor indique. Mas que seja prático, e entregue no Rio.
:o)

domingo, 3 de janeiro de 2010

Que venha mais e melhor!

Passamos o réveillon em Copacabana, em família, comemorando as conquistas de 2009 e já brindando as realizações de 2010. A Lara aplaudia os fogos e queria ver “mais de pertinho, mais de pertinho!”, com a empolgação incansável das crianças diante do inédito.





Alegria pura, um estouro e outros mil, abraços, folia, expectativas e renovação.



Que venha mais do mesmo e outros melhores ainda!

sábado, 5 de dezembro de 2009

Bolos de mães e filhas

Minha mãe me manda, por e-mail, a receita do bolo que pedi. Mas escrita por extenso: o procedimento vem todo esmiuçado, depois a manteiga, depois os ovos, e cheio de “ATENÇÃO!” para que eu não saia, atabalhoada e às pressas, adicionando coisa que não convém. Ah, ela me conhece.

Mea culpa: assassinei um bolo mês passado porque, olhando bem a cara da massa, e querendo adivinhar seu caráter, comecei a achar que... Foi minha ruína, "achar que". Não se deve julgar o caráter das farinhas - até porque se vingam, fui saber só depois -, muito menos tomar atitudes inusitadas diante do liquidificador (outro que, apesar do barulho todo, não passa de um cínico calculista). É fazer o bolo e pronto. Um bolo não é feito de ideias ou de intuição e, ainda que fosse, o meu daria trabalho dobrado, possivelmente virando biscoito, ou nem.

Escute aqui, bolo é pura química com medidas matemáticas, isso se eu quiser um resultado comestível. O bolo, só.

Tudo isso para, no final, minha mãe fechar as instruções com a seguinte ordem: “Mexer gentilmente”.

Rárá, ou não seria minha mãe...

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Diga lá, mamãe!

Sabe aquela ideia genial que a gente, quando vê, pensa: como é que isso não me ocorreu antes? Pois é, Minha Mãe Que Disse. É uma loja virtual que traz as maiores fofices do mundo para os pimpolhos da nossa vida. E tome bom gosto! Dá vontade de comprar tu-do, principalmente o que não serve na minha filha. Que venha o Natal!

PS: Não conheço a autora da ideia pessoalmente e não ganho nada para divulgar, viu? É fofa demais mesmo!

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Eu + 1 ano

O que dizer quando ligo o computador nesse dia tão lindo e vejo uma mensagem fofa do Laboratório “X” me felicitando pelo aniversário?

Eu li direito, laboratório?

Ai, filha. Tão querendo acabar com a mamãe. O que me restará? Vou botar um biquíni mínimo e passear de elevador, com aquela simpática luz fria acusando minhas curvas acidentais sem sinalização? Vou ouvir isso que chamam de “música eletrônica” e quicar no calçadão, sem rumo e sem ritmo, exibindo a raiz irretocável dos meus cabelos na frenética ousadia dos sem-noção?

Pedirei uma cerveja de garrafa e esperarei esquentar um pouco – para não doer os dentes -, e ficarei lembrando que conheci a Alemanha um pouco antes da queda do muro?

Argh!, vou fazer nada disso. Na dúvida, hoje vou falar as mesmas piadas de sempre e agradecer a Deus pelas suas risadas a granel. Meu presente dia sim, dia também.

sábado, 21 de novembro de 2009

Pegando intimidade com sanguessugas e as tripas da coruja doente

Simplesmente não entendo que o canal Discovery Kids exiba regularmente, às 8:30 da noite, o programa “As Aventuras de Bindi”. A apresentadora mirim interage com animais selvagens e, segundo a sinopse, essa série “tem a missão de informar as crianças e os jovens sobre as maravilhas do mundo natural, estimulando-os a praticar exercícios, manter uma vida saudável e adotar práticas para a conservação da vida selvagem.”.

Está bem. Bindi é filha de Stephen Irwin, um apresentador de TV australiano que era conhecido como “O Caçador de Crocodilos”. E digo “era conhecido” porque morreu em 2006, em uma de duas aventuras televisivas, vítima de uma arraia que, literalmente, perfurou seu coração. Cabe lembrar que esse homem causou polêmica, em 2004, ao alimentar um enorme crocodilo enquanto segurava seu filho - ainda um bebê de poucos meses! - no colo. Veja você.

Respeito o interesse do Discovery Kids por tentar incentivar a conservação da vida selvagem, mas as aventuras de Bindi passam longe do objetivo divulgado e me fazem zapear para o canal concorrente antes dos primeiros 10 segundos da “atração”. Numa das raras vezes que assisti, Bindi narrava a história dramática de uma coruja que estava muito, muito doente, enquanto o veterinário abria o peito do bicho em uma cirurgia que, segundo informavam, “era o único modo de salvá-la”. Minha filha viu as tripas da coruja e ouviu a voz fúnebre da narradora. Perguntinha: será que ela se sentiu estimulada a praticar exercícios físicos e cuidar da natureza? Não creio.

Para completar, vejam só que doçura a descrição do programa desta noite:

Título: Ilha do Diabo

“Espécies únicas de animais que habitam ilhas correm grande risco quando uma doença contagiosa atinge seu hábitat isolado. Bindi mostra os diabos-da-Tasmânia lutando contra uma epidemia que poderia aniquilar uma população inteira desses animais.”

Às oito e meia da noite. Para dormir com os anjos, não?